O grupo EcoMúsicas desenvolve estudos avançados sobre as tecnologias na música sob a perspectiva da ecologia crítica e da pesquisa em artes. Tem como proposta convergir debates transdisciplinares em tópicos como: estudos do som; ecologia sonora e acústica; processos cognitivos; teorias da forma e imagens de som; timbre musical; interfaces e mídias; problemáticas sobre a técnica e tecnologias em âmbito da estética e dos estudos culturais; teorias da complexidade, cibernética e sistemas; modelagens sonoras e musicais. Teve início em outubro de 2024, e atualmente é coordenado pelos professores Dr. Ricardo Thomasi (Unespar) e Dr. Rael Bertarelli Gimenes Toffolo (Unespar).
Dr. Ricardo Thomasi (Unespar) - lattes
Dr. Rael Bertarelli Gimenes Toffolo (Unespar) - lattes
Me. Lucas Matheus Silva (Mestre, Unespar)
Flávio Krügger (Mestrando, PPGMus Unespar)
Tássio Caetano (Mestrando, PPGMus Unespar)
Gabrielly Nichele Schimidt (Mestranda, PPGMus Unespar)
Bruno Henrique Maluche (Graduando, Unespar)
AGENDA
1º semestre
Encontros semanais, terças-feiras, das 14h às 17h.
Local: LaMuSA (Unespar, Campus Curitiba I, sede Tiradentes)
GIBSON, James J. The Ecological Approach to Visual Perception. New York: Psychology Press, 2015. (pp 1-38)
VARELA, F. The Re-Enchantment of the concrete. In: The Artificial Life Route to Artificial Intelligence. Routledge, 1995
MERLEAU-PONTY, M. Palestras. Lisboa: Edições 70, 2002.
MATURANA, H. R. Tudo é dito por um observador. Em: A ontologia da realidade. pp. 53-66. Belo-Horizonte: UFMG, 1997.
SERRES, Michel. Os cinco sentidos. Bertrand Brasil, s.d. (pp.11-13)
Projeto de pesquisa experimental e interdisciplinar que investiga estratégias de estruturação musical com base em teorias da emergência. Contextualiza-se no impacto das teorias complexas nas artes e nas ciências contemporâneas, especificamente nas problemáticas acerca das tecnologias do timbre. Parte-se da hipótese de que a recontextualização do conceito de timbre musical em perspectiva da organização espacial – e não apenas de organização espectral – gera um território frutífero de problematização das tecnologias na área da música. Noções de timbre musical, quando colocadas em perspectiva tecnológica, tal qual defendida pela Teoria da Individuação de Gilbert Simondon, possibilitam reconsiderar paradigmaschave da música eletroacústica e experimental, bem como lançar novos olhares sobre os modos atuais de produção artística com suporte em mídias digitais. Para tanto, propõe-se a consolidação de metodologia de pesquisa experimental em desenvolvimento, que compreende a elaboração de modelos de ecossistemas artificiais baseados em sistemas espacialmente estendidos e aporte teórico de implementação e avaliação destes modelos a partir de padrões emergentes. Defende-se que o instrumental metodológico proposto supre uma necessidade da pesquisa artística no contexto dos sistemas complexos; soluciona problemas de ambiguidade, próprios das emergências – a começar pelo timbre enquanto artefato tecnológico, fenômeno e objeto estético; e preserva relações profundas de escuta e criatividade, genuínas da área da pesquisa em música.
Coordenação: Dr. Ricardo de Oliveira Thomasi (Unespar)
O projeto visa articular os campos de Ecologia Acústica e Estudos do Som, que investigam apaisagem sonora (geofonia, biofonia e antropofonia), com comunidades e territórios que seconectam a essas noções. Parte da urgência em abordar a qualidade acústica e as tensões políticas dos espaços sonoros visando criar uma ponte inédita entre a produção acadêmica esua aplicação prática. Pretende-se inovar ao aplicar conhecimentos da Ecologia Acústicaainda em baixa repercussão nacional visando fomentar o desenvolvimento científico etecnológico ao subsidiar material para pesquisas e comunidades adjacentes. Tem comopúblico-alvo as comunidades internas e externas que se conectam por proximidade àsnoções de ecologia e territórios, incluindo participantes de projetos parceiros. O resultado esperado é propiciar a interlocução de conhecimentos e, especificamente, capacitar ascomunidades participantes no uso autônomo de equipamentos profissionais de gravação deáudio. Isso será feito por meio de oficinas práticas e incursões em campo. A meta é fomentara aplicação de estratégias alternativas de análise e validação de resultados por meio deprocessos criativos e colaborativos, garantindo a autonomia da comunidade na coleta einterpretação de seus próprios dados sonoros.
Coordenação: Dr. Rael Bertarelli Gimenes Toffolo (Unespar)
AGENDA
1º semestre - Modelos acústicos e teoria musical (24/03 a 14/07)
2º semestre - Estudo de modelos computacionais da década de 1990 (18/08 a 08/12)
Encontros quinzenais, segundas-feiras, das 14h às 16h30
Local: Lamusa (Unespar, campus I, sede Tiradentes)
Me. Lucas de Paula (Doutorando UFPR)
Me. Lucas Matheus Silva (Mestrado, PPGMus Unespar)
Me. Daniel Ferreira da Silva (Mestrado, PPGMus Unespar)
Flávio Krügger (especialização em música eletroacústica, Lato Sensu - Unespar)
AGENDA
2º semestre - Debates a partir de textos de Denis Smalley (09/10 a 20/11)
Encontros periódicos
Local: Online
Dra. Flora Holderbaum (PPGMus UNESPAR)
Daniel Ferreira da Silva (mestrando - PPGMus Unespar)
Flávio Krügger (especialização em música eletroacústica, Lato Sensu - Unespar)
Ricardo Dantas (graduando - UEL).